quarta-feira, 21 de abril de 2010

UFRGS – Uma verdade inconveniente.






A Universidade Federal do Rio Grande do Sul virou reduto de uma esquerda nojenta e sem-vergonha. Esses subversivos do PSOL tem pouca moral e quase nenhuma credibilidade.
Uma das táticas mais usadas por esses delinqüentes é propor coisas erradas ou absurdas para resolver problemas reais.
Tomem como exemplo o problema da fome... para os comunas não é errado que um pobre roube do rico para sustentar a familia, a culpa é sempre do capitalismo (é isso que ensinam nas Sociais???). Ok. Partindo desse principio, o policial que decida matar o bandido ao invés de leva-lo preso não pode ser responsabilizado, não é? Ou vale só para uma situação?
Claro que estou dando exemplos dos quais não compartilho, mas é assim que pensam os radicais.

Agora, a razão deste meu post é mostrar como essa gente se mobiliza dentro da maior universidade do RS. Depredando e fazendo bagunça (nem vou me alongar muito). Foram feitas reformas na sede do DCE após a saida da "trupe do Rodolfo", não foi apenas o lixo ideológico que ficou. No decorrer das obras atuais de recuperação da sede principal, o advogado do DCE da Ufrgs, Regis Coimbra, foi chamado pelo pessoal da faxina, porque os operários encarregados de consertos no forro da sala da diretoria, encontraram muita maconha. A droga foi retirada e entregue à Brigada Militar. As investigações começarão por oitivas da diretoria anterior, toda ela ligada ao PSOL. O ex-lider do DCE, Rodolfo Mohr, é CC da vereadora Fernanda Melchiona, do PSOL. Ele foi derrotado nas ultimas eleições.







(nesse video alguns "estudantes" tentam agredir Marcel Van Hatemm - 05/03/2010)


Essa gente, que gosta de criticar a atual gestão e fazer/falar besteira, em sua maioria os esquerdistas (esses são os piores), não tem senso do ridículo e ainda tentam questionar um projeto, no caso, o Parque Tecnológico – proposto pelo atual DCE. Simplesmente porque ele receberia recursos de empresas privadas... O que impede eles de aceitarem é o ego socialista.
Marcel Van Hattem, membro da CONSUN e Diretor de Relações Institucionais do DCE manteve uma postura firme e digna perante a boçalidade desses M-A-C-A-C-O-S.


“As esquerdas” acreditam que o “público” quer dizer “de ninguém”. E, se é de ninguém, então pertence a elas, que se autoproclamam “representantes do povo”. Na verdade eles representam a tirania e a hipocrisia... isso fazem bem!


Eu não tenho medo de ser criticado, sou sincero e estou feliz assim. Embora muitas pessoas naquela universidade me chamem de “reaça”, “faxista” (sim, eles escrevem com “X” – hehe), e algumas vezes de “direitista” eu sou bem conhecido e tenho muitos amigos. A qualidade também é importante.
Por incrível que pareça, qualquer discussão iniciada lá sempre termina na velha rivalidade entre Direita e Esquerda. Ainda temos outros temos polêmicos, como a religião (temos muitos ateus no campus que se incomodam em ouvir a verdade), o futebol e o comportamento humano.

Ocorre que a política na UFRGS se tornou uma coisa complicada. Se um desrespeitador contumaz (preciso dar o nome?) de leis democraticamente instituídas resolve ser um reformador de leis, é grande a chance de que o faça apenas em benefício de sua própria prática e de seus interesses, e não porque esteja preocupado com o bem comum. Nesse caso, ele torna a mentira numa verdade, basta que alguns idiotas o sigam.




Na UFRGS dizem que eu sou de direita, porque combato os projetos ditos "progressistas" como o aborto, as cotas raciais, a legalização da maconha, etc. Quem defende coisas assim não é cristão.

Entendo que eles não querem a integração da universidade com empresas privadas, buscam apenas o poder e para isso usam de violência e palavras chulas.
Fico preocupado... Cadê a polícia nesses momentos?
Botar essa gente pra fora debaixo de laço se for o caso, responsabilizando-os civil e criminalmente pelo abuso, seria o mínimo a se fazer.



Escreverei mais sobre a UFRGS se for necessário.

Nenhum comentário:

Postar um comentário