terça-feira, 22 de junho de 2010

“Quem poupa o lobo sacrifica as ovelhas”


(João Hélio - vitima da violência urbana)



Frase antiga, de conhecimento geral, e que nos dias atuais faz muito sentido.
Pagamos altos impostos e não vemos retorno na segurança pública. Até quando?

Estupradores, pedófilos, assassinos, traficantes e canalhas de todo o tipo estão soltos nas ruas... Ninguém faz nada.

A polícia se mostra despreparada para lidar com a criminalidade, nossos governantes são insensatos, demagogos e preguiçosos.

Sabem qual o custo mensal de um presidiário? R$ 1,6 mil por mês (essa é a media nacional). Esse dinheiro poderia ser usado na manutenção de asilos e orfanatos. Gastamos muito dinheiro com o regime penitenciário e nem cadeias decentes conseguimos ter, a polícia prende e depois esses bandidos são soltos... graças as inumeras brechas na lei. Isso é uma vergonha.

Não sou insensível, nem desumano, mas essa política da falta de repressão não está melhorando nossa vida. Usem as forças armadas, façam os militares entrarem nas favelas e terminem o serviço, se for preciso aumentem o valor do soldo que eles recebem.

Se nossos políticos, hoje, não conseguem ouvir os apelos da população é porque chegou a hora de nos mobilizarmos, fazer algo para que o Congresso Nacional tome as iniciativas corretas;


Viram a foto acima? Pois, saiu na Folha no dia 18/02/2010 que o assassino do menino João Hélio (o mesmo que foi arrastado por mais de 7km) tinha sido liberto. Agora ele está incluído no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte, criado pelo governo federal em 2003. O juiz ressaltou que o Estatuto da Criança e do Adolescente determina três anos como tempo máximo de internação. Como ele foi apreendido em 8 de fevereiro de 2007, já cumpriu esse prazo e precisava ser libertado, o que ocorreu. Desde então o rapaz é avaliado por técnicos da ONG Projeto Legal.

Ora, mais uma mancada desse governo sujo do PT. Quando comunistas alcançam o poder dá nisso. Você não via esse tipo de coisa acontecer decadas atrás...


Só pedimos isso, justiça.

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