segunda-feira, 15 de março de 2010

OS HOMENS PODEM SE COMPORTAR COMO LEÕES OU CORDEIROS. ESCOLHA!






"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo..." (Salmo 23:4) Deus não salva terroristas.



Eu não queria escrever nada no blog este domingo... Mas vamos lá, resolvi escrever algumas coisas. Aluguei alguns filmes de Michael Francis Moore – o gordinho que gosta de falar mal de Bush – para passar o fim de semana. Já viu o filme “Fahrenheit 11 de setembro”? Bom, eu recomendo.
Mais adiante eu mostro por que as insinuações de seu documentário não tem fundamentos o suficiente para negar a necessidade de uma intervenção militar.

Posso adiantar uma coisa, alguns dos maiores membros da Al-Qaeda se escondiam no Afeganistão. O governo dos Talibãs ignorou os apelos da ONU para capturar os terroristas que tramaram o atentado de 11 de Setembro. Michael tem bons argumentos e uma capacidade muito boa de manipular as noticias para favorecer seu partido, o Democrata, mas nada pode contrariar a tese republicana de que os Talibãs foram os responsáveis pela guerra por não aceitarem entregar Bin Laden.



O presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, sempre se disse contrário a este conflito militar que se iniciou em 2001.
Eu tenho outra posição, sou favorável a guerra do Afeganistão, em respeito às vitimas americanas e não americanas que estavam nas torres gêmeas, e na defesa daqueles que preservam o sonho da Democracia e da paz mundial – mesmo que para isso se use das forças armadas. O talibã e seus adeptos não merecem nenhuma consideração, pois, agem com o objetivo de espalhar o terror pelo mundo.
Sou favorável ao envio de tropas brasileiras para lá, essa é a única forma do nosso país conseguir uma cadeira permanente no conselho de segurança da ONU.

-Ah, Dudi (é assim que alguns amigos me chamam), mas quando que o Lula teria essa percepção? Apoiando a guerra ele teria o apoio americano incondicional para conquistar uma cadeira na ONU, não é mesmo?
Eu responderia: “O problema não é apenas a ignorância do presidente da república e sua falta de senso crítico, mas a irresponsabilidade de alguns assessores, entre eles o ministro das relações exteriores, Celso Amorim, que orientam mal o Lula."


Menos de um mês depois da invasão daquele país, controlado pelo Talibã, Lula se manisfestou: "Deveriam ter esgotado todos os mecanismos de pressão antes de partir para os ataques militares", afirmou o presidente, acrescentando que "a guerra não é solução para nenhum problema, assim como o terrorismo".
Essas declarações não tem nenhum valor, vindas de um homem que, ao tomar posse, entrega varias pastas de seu governo à ex-terroristas brasileiros (dentre eles está a ministra Dilma e o eco-chato Carlos Minc). Obviamente que os terroristas daqui não tinham tanta audácia como os islâmicos, aliás, eles jamais sacrificariam suas vidas pela sua causa, mas tem a mesma noção de política internacional que os seguidores de Bin Laden, ao criar disputas com os americanos.

Li, na revista americana TIME um artigo de Peter Bergen (05/10/09), no qual ele declara: “Um importante político afegão disse-me que os Talibãs estariam em Cabul, no prazo de 24 horas sem a presença de forças internacionais. Isto não é porque o Talibã está forte; generosas estimativas sugerem que o numero de combatentes não passam de 20.000. O fato é, que, o exercito afegão composto por 90.000 homens e seu governo ainda são muito fracos”.

Esse artigo me chamou atenção, pois, nos leva a pesar melhor qualquer decisão que se venha a tomar daqui para frente.

Os ataques de 11 de Setembro provaram que mesmo sem nenhuma tecnologia, grupos terroristas podem produzir resultados extraordinários, acumulando perdas humanas. O presidente Lula tenta negociar com o Irã a cooperação nuclear entre os dois países, um equívoco, da ridícula diplomacia brasileira, que poderá levar nossa nação a ser enquadrada entre “as menos preocupadas em evitar um conflito nuclear”.


É muito fácil sair daquele inferno, mas se as condições de vida da população civil afegã estão quase insuportáveis, imaginem sem o apoio americano. A mesma comunidade internacional que condena a guerra é a que não oferece alternativas para uma saída de tropas. Lula não está nem um pouco interessado com os afegãos, ele se interessaria caso existisse uma forma de poder lucrar com isso.

O presidente Obama (Democrata), até o presente momento, é favorável à guerra do Afeganistão, a sua administração já duplicou o numero de soldados americanos para 68.000 e conta agora com um adicional de 38.000 soldados de países que apóiam a guerra contra o terror.

Os Estados Unidos ainda contam com 12 aliados militares no Afeganistão, ou seja, não é apenas uma guerra americana, é uma guerra da comunidade internacional que procura garantir a paz mundial, evitando ao máximo a proliferação do terrorismo.
O Brasil não tem interesse por esse conflito, prefere dar asilo político a terroristas, firmar acordos nucleares com o Irã, iniciar tratados comerciais com a Coréia do Norte, legitimar as torturas ocorridas em Cuba, fazer concessões ao governo chinês...

Soldados de varias partes do mundo arriscam suas vidas diariamente para proteger a democracia, a segurança internacional, e o respeito aos direitos humanos. Além dos soldados americanos, temos lá: Ingleses, Italianos, Austrálianos, Noruegueses, Canadenses, Dinamarqueses, Franceses, Alemães, Neozelandeses, Poloneses, Espanhóis, e soldados vindos dos Paises Baixos.

Impopular entre a opinião pública britânica, a guerra afegã tirou a vida de 916 soldados americanos (segundo o pentágono, até o dia 23/02/10) e 134 canadenses. "O conflito é sangrento, mas temos de manter a ofensiva", disse Bob Ainsworth, ministro britânico da Defesa.

O levantamento da rede norte-americana CNN indica que, ao todo, houve no Afeganistão 1.511 mortes de militares da coalizão, dos quais 916 norte-americanos, 11 australianos, 1 belga, 232 britânicos, 134 canadenses, 3 tchecos, 26 dinamarqueses, 21 holandeses, 6 estonianos, 1 finlandês, 36 franceses, 31 alemães, 2 húngaros, 22 italianos, 3 letãos, 1 lituano, 4 noruegueses, 15 poloneses, 2 portugueses, 11 romenos, 1 sul-coreano, 26 espanhóis, 2 suecos e 2 turcos. Esse levantamento segue os anúncios oficiais feitos pelos governos. Pelo menos 4.434 pessoas foram feridas em ação, segundo o Pentágono.


O contingente americano vai aumentar com o envio de 30 mil novos soldados para o Afeganistão a partir do início deste ano. O anúncio foi feito durante um discurso à nação na academia militar de West Point, no Estado de Nova York no dia 1° de dezembro de 2009.


O Talibã subiu ao poder em 1996 e governou o Afeganistão por cinco anos até os ataques dos EUA em 2001. Eles foram notórios em abusos dos direitos humanos contra as mulheres. Sim, meus amigos, que estão lendo este texto, a TV gosta de divulgar apenas os abusos de norte-americanos contra afegãos, mas esquecem das vitimas silenciosas dos talibãs.
O Talibã é um movimento islamita extremista nacionalista que governou o Afeganistão entre 1996 e 2001, chegou ao poder após uma longa guerra civil. Embora tenha conseguido dominar 90% do país, sua política - incluindo o tratamento dado às mulheres e o apoio a terroristas - isolou o Afeganistão do resto do mundo.

Execuções públicas e castigos tornaram-se eventos comuns nos estádios de futebol. Para evitar influências contrárias ao islamismo, televisão, músicas e Internet foram proibidas. Os homens foram obrigados a usar barba. As mulheres foram proibidas de estudar e de trabalhar fora e só podiam sair de casa acompanhadas por algum homem da família.



George W. Bush foi obrigado a atacar o Afeganistão.

O Talibã havia permitido acampamentos de treinamentos terroristas no país, além de servir de refúgio para Osama Bin Laden. O conselho de segurança da ONU exigiu que o regime parasse de dar apoio aos terroristas e entregasse Bin Laden.
As exigências da ONU foram ignoradas pelo Talibã. Em outubro, os EUA começaram uma ofensiva contra o Afeganistão. Em novembro do mesmo ano, as forças americanas tomaram Cabul e em dezembro o regime foi deposto pelo exército dos EUA e por forças de oposição afegãs, em resposta aos ataques terroristas do 11 de setembro.
Os Talibãs não deixaram outra solução para o conflito, se recusando a entregar Osama, o governo americano não teve outra alternativa, senão invadir o país miserável.


Importante dizer que, mesmo com as forças americanas ocupando seu território, o Afeganistão é o maior produtor de ópio do mundo, De 80 a 90% da heroína consumida na Europa provém de ópio produzido no país afegão.
O trafico é um negócio muito lucrativo, o Talibã se beneficia com ele.



Conclusão:

Caso as forças americanas saiam do Afeganistão, corremos o risco de vermos um novo ataque terrorista aos Estados Unidos, em proporções muito maiores. O fato de Obama não querer que a guerra continue é devido às baixas que vem tendo com sua popularidade.
Se os americanos sairem de lá, e acontecer um novo atentado, os Republicanos reconquistam a presidência e o atual presidente será lembrado como um fracasso em matéria de política interna e externa. Provavelmente seus projetos mais importantes não terão como ser aprovados no Congresso devido ao descontentamento que a classe média baixa vem tendo com relação ao seu governo, tudo isso, terá peso nas próximas decisões políticas de Barack Hussein Obama.
Eu não sou um anti-Obama, ao contrário, como bom simpatizante do Partido Republicano (de Bush) sei que ele fará o melhor para a América e continuará no Afeganistão. Ninguém quer outro ataque terrorista, muito menos um homem como ele, que teve muitas dificuldades para ser eleito, enfrentando preconceitos e desmentindo qualquer vinculação com o islã ou grupos radicais negros.

Os homens podem se comportar como Leões ou como Cordeiros, os ultimos geralmente morrem por medo de agir, os felinos escolhem a caça e a perseguem até a exaustão.
Com qual destes animais você mais se parece? Que comportamento você espera de um presidente da república, diante do perigo terrorista?


Alguns podem não se lembrar mas foram os Talibãs que destruiram os monumentos a Buda em 2001. Hoje há uma democracia nunca antes vista no Afeganistão. Ninguém poderá condenar Bush pelos ataques aéreos contra os afegãos e as vitimas de bombardeios, se levarmos em conta que o país é livre politicamente e povo pode se fazer representar no governo.
Sem o apoio americano a população, que sofreu com a guerra, não terá nada para comemorar, as vitimas desse conflito poderão ter morrido inutilmente.

Diga para um esquerdista que você não condena Bush pela guerra, para ver se ele concorda... Ou melhor, fale com algum PeTralha e ele, muito provavelmente, defenderá o regime dos Talibas. Ou seja, é aquela coisa, você pode aceitar Fidel (que nunca foi eleito pelo povo) mas caso defenda Bush...

2 comentários:

  1. Já que você defende a guerra, porque não vai lá lutar? Voce é cordeiro?

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  2. Eu iria se fosse americano. Infelizmente o nosso presidente não se importa com a questão terrorista (a guerra do Afeganistão é justa porque tenta capturar aqueles que planejaram os atentados de 11 de Setembro).

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